Esse Blog tem a função de centralizar dicas, videos, fotos, textos, promoções e tudo que for relacionado as coreografias do Método DeRose. Aproveite e contribua para o nosso crescimento.
Mostrando postagens com marcador derose. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador derose. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Objetivo de uma coreografia do Método DeRose

Qual o objetivo de uma coreografia do Método DeRose?

O principal motivo de uma coreografia do método DeRose é cativar. Fazer com que todos desejem executar o mesmo, que se encantem com a força e a leveza dos movimentos executados, e que mostra a qualidade de nossas técnicas e o nível de nossos instrutores.
A coreografia  é a melhor forma de demonstrar o que fazemos. Seria impossível ilustrar a um leigo o que é mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, yôganidrá ou samyama sem descrevê-los. Mesmo que se explique o que é um mantra, por exemplo, e inicia-se uma demonstração, aqueles que chegarem depois ficarão sem entender e criarão uma imagem diferente do que realmente aquilo é.
Já os ásanas, estes sim podem ser feitos sem nenhuma explicação, e mesmo que o observador chegue durante a apresentação, saberá imediatamente que aquela demonstração refere-se a técnicas corporais.
















Instrutor Rodrigo Vivas, demonstrador de coreografias em nível internacional.

A origem das coreografias e a 3ª caracteristica do Método DeRose

COREOGRAFIAS
Texto extraído do livro Tratado de Yôga, do Educador DeRose.


O RESGATE DO CONCEITO ARCAICO DE SEQUÊNCIAS ENCADEADAS SEM REPETIÇÃO
Uma importante característica do Swásthya Yôga é o resgate do conceito primitivo de treinamento, que consiste em execuções mais naturais, anteriores ao costume de repetir as técnicas. A instituição do sistema repetitivo é muito mais recente do que se imagina. As técnicas antigas, livres das limitações impostas pela repetição, tornavam-se ligadas entre si por encadeamentos espontâneos. No SwáSthya Yôga esses encadeamentos constituem movimentos de ligação entre os ásanas não repetitivos nem estanques, o que predispõem à elaboração de execuções coreográficas.
Assim, [A] a não repetição, [B] as passagens (movimentos de ligação) e [C] as coreografias (com ásanas, mudrás, bandhas. Kriyás, etc.), são conseqüências umas das outras, reciprocamente, e fazem parte desta terceira característica do SwáSthya Yôga.
As coreografias também não são uma criação contemporânea. Esse conceito remonta ao Yôga primitivo, do Período Neolítico, tempo em que o Homem não tinha religião institucionalizada e adorava o Sol. O último rudimento dessa maneira primitiva de execução coreográfica é a mais ancestral prática de Yôga: o súrya namaskára!
Ocorre que o súrya namaskára é a unida reminiscência de coreografia registrada no acervo do Yôga moderno. Não constitui, portanto, característica sua. Vale lembrar que o Hatha Yôga é um Yôga moderno, um dos últimos a surgir, já nos século XI depois de cristo, cerca de 4000 anos após a origem primeira do Yôga.
Importante: o instrutor que declara ensinar SwáSthya Yôga, mas não monta sua aula inteira com formato de coreografia não está transmitindo um SwáSthya 100% legitimo. Quem não consegue infundir nos seus alunos o entusiasmo pela prática em forma de coreografia, precisa fazer mais cursos e estreitar o contato com a nossa egrégora, pois ainda não compreendeu o ensinamento do codificador.